Dia da língua portuguesa: do latim ao dialeto

Original do latim vulgar, levado pelos romanos para a Península Ibérica, a língua portuguesa recebeu diversas influências, inclusive dos bárbaros e árabes. Ao ser aportado em terras brasileiras pelos lusos, o idioma ganhou sotaques e expressões únicas. Cada região do Brasil adotou seu próprio dialeto.

Mas apesar da multiplicidade atual o princípio é preservado. No “Dicionário Latim – Português”, publicado pela Editora Edipro, o leitor poderá encontrar verbetes, palavras e frases comuns em latim. Com revisão de Alexandre Hasegawa e supervisão editorial de Jair Lot Vieira, a obra possui mais de 24 mil entradas acompanhadas de sua definição e classificação gramatical traduzidas. 

Em 5 de maio, a Comunidade de Países de Língua Portuguesa – CPLP, comemora o Dia Internacional do idioma com ações que demonstrem as mais diversas formas e linguagens do português, falado por mais de 260 milhões de pessoas em oito países e quatro continentes. 

 

 

Dicionário Latim-Português

Supervisor editorial: Jair Lot Vieira
Revisor técnico: Alexandre Hasegawa
Sinopse: Esta obra é voltada, principalmente, aos estudiosos que desejam um material de consulta rápida, clara e objetiva. Professores, tradutores, estudantes e aqueles interessados em se aprofundar nos clássicos latinos em sua língua original encontrarão neste dicionário tanto os verbetes quanto as expressões de ocorrência mais comum do latim – são mais de 24 mil entradas, acompanhadas de sua definição e classificação gramatical em português. Desta forma, esta publicação busca oferecer uma ferramenta básica para a compreensão de uma das línguas basilares da cultura ocidental. A obra recebeu cuidadosa revisão de Alexandre Hasegawa.

Sobre o supervisor editorial: Jair Lot Vieira é bacharel em Direito pela Instituição Toledo de Ensino e bacharel em Comunicação Social pela Fundação Educacional de Bauru, atual Unesp – Universidade do Estado de São Paulo. Há mais de 40 anos dedica-se à edição de obras jurídicas e de legislação profissional.

Sobre o revisor: Alexandre Hasegawa é professor do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP) e Doutor em Letras Clássicas pela USP.

 

Por:  Fernanda Baruffaldi

Siga-nos:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *