Takehiko Inoue, um mangaká que nunca erra!

Se um dia você trombar com um mangá e na capa estiver escrito o nome Takehiko Inoue, pode ter certeza que a história é incrível. Se não achar incrível, vai achar acima da média, pode crer que será um fato. Foi assim com “Vagabonb” e “Slam Dunk”, duas obras memoráveis do autor japonês.

“Real” começou a ser publicado em julho pela Panini, mas ainda está em andamento no Japão e contém até agora 15 volumes lançados. Apesar de ter o basquete como plano de fundo, “Real” é diferente de “Slam Dunk”. E as diferenças estão na forma como o autor vai abordar a modalidade e a relação com os personagens. É tudo um pouco mais profuuuuundo!

“Real” conta a história de três estudantes que têm em comum a paixão pelo basquete. O estudante Tomomi Nomiya (protagonista) larga os estudos no Ensino Médio após se envolver em um grave acidente que deixa uma garota sem o movimento de suas pernas. Tomomi conhece, então, Kiyoharu Togawa, um estudante que joga basquete em cadeira de rodas e carrega muita mágoa em seu coração. Hisanobu Takahashi é o capitão do time de basquete do colégio e vive seus dias de forma fútil, até que algo inesperado muda completamente a sua vida…

Esses três personagens vão se interligar na história, e a narrativa de Inoue vai mostrar como eles vão lidar com suas incapacidades, problemas e o julgamento da sociedade. O mangaká transborda emoção desde as primeiras páginas de “Real” e deixa bem claro também que o fator social é quem vai ditar as regras aqui.

Não é difícil se identificar com “Real”, muito menos é preciso manjar de basquete pra entender a mensagem que o autor quer passar. Obviamente, o mangá tem referências do esporte como as estrelas da NBA e o nome de jogadas, mas relaxa que tem um glossário no final do mangá na edição brasileira pra auxiliar o leitor que tiver alguma dúvida sobre um termo ou outro.

Se você se apaixonou por “Haikiyuu!”, por exemplo, por causa da forma como o protagonista supera as adversidades e é gente como a gente, o mesmo vai acontecer quando você conhecer Nomiya, Togawa e Takahashi. Portanto, não deixe esse título se perder na sua pilha de leitura, ok?

“Real” vem com capa cartão em acabamento fosco, papel offset e algumas páginas coloridas em papel couché. O preço é padrão da Panini (por enquanto) de R$29,90.

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Por: Bruno Fonseca
Fonte: Proibido Ler

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